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Auto Furtado na Comissão de serviços de mobilidade DPAI / ACAP

Auto Furtado

Auto Furtado na Comissão de serviços de mobilidade DPAI / ACAP

Em defesa das oficinas

António Costa, em representação da Auto Furtado, foi um dos entrevistados pelo Jornal das Oficinas, sobre o trabalho desenvolvido na Comissão Especializada de Serviços de Mobilidade da DPAI/ACAP, juntamente com Vanessa Barros, gestora de marketing AS Parts e Raquel Martinho, responsável da Rede Bosch Car Service Portugal.

Numa primeira fase, os membros da comissão especializada de serviços de mobilidade da DPAI /ACAP abriram espaço para uma importante reflexão, que resultou na definição de metas e prioridades no seu plano de trabalho a desenvolver.

Das várias ações que o plano de trabalho prevê contemplar, foi referida a importância das oficinas comunicarem e divulgarem a qualidade dos seus serviços e produtos, demonstrarem o seu posicionamento de credibilidade e qualificação e serem interlocutores reconhecidos para influenciar as decisões com impacto no futuro deste negócio.

A gestão de conflitos também foi assunto para reflexão. A comissão adiantou que está a desenvolver a formação “Gestão de conflitos em garantia”, cujo objetivo consiste em preparar as redes de oficinas e oficinas independentes para lidar com automobilistas proprietários de viaturas em garantia de marca e, simultaneamente, conceder acesso a informação adicional sobre legislação e procedimentos, para melhor se defenderem em relação a conflitos que possam surgir em contacto com a marca.

Os membros também debateram o impacto negativo da concorrência desleal, sendo que o termo engloba, simultaneamente as oficinas ilegais, e aquelas que, embora legalmente constituídas, não cumprem os requisitos legais, em termos fiscais, ambientais, técnicos ou de direitos de consumidor. Para combater esta problemática, a comissão tem vindo a reunir informações que melhore e atualize a oferta formativa do Quadro Nacional de Qualificações, com o objetivo de informar sobre os requisitos legais do negócio, os direitos dos consumidores, conflitos em garantia, gestão dos recursos humanos e gestão oficinal.

 

Para além das ações a desenvolver foi apontada a falta de recursos humanos habilitados para determinadas áreas profissionais, nomeadamente bate chapas e pintores. Segundo a comissão, o problema não é a falta de formação na área, mas o interesse dos jovens para o estudo de tais conteúdos. A comissão propõe a atualização do conteúdo programático, o qual deveria ir ao encontro das expetativas dos formandos de hoje, que procuram funções mais abrangentes; e da qualidade da sua certificação, através da implementação de conteúdos teóricos muito valorizados nas oficinas, como o tema da produtividade e rentabilidade da oficina.

 

Por último, a comissão defende a certificação das oficinas. À semelhança de outras profissões, atestar os profissionais para cumprirem determinados requisitos para o exercício da profissão de mecânico/mecatrónico, é fundamental para a certificação das oficinas. A este respeito, a comissão alerta da importância da qualidade de uma reparação ao automóvel para a segurança do seu condutor: “Não podemos (…) negligenciar este aspeto ao entrega-lo nas mãos de alguém que tem alguma habilidade para o executar”

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